sábado, 26 de dezembro de 2009

-' personal

Vou postar algo que não tenho muito costume de dividir com os outros, pelo menos não desse tipo: minhas poesias; uma das coisas que eu mais gosto de escrever *-*
(é um poema bem dramático, é uma veia da qual não consigo me livrar)

Afundando
Eu descia aquela rua íngreme com os olhos encharcados,
Com o coração sangrando, totalmente despeçado
E olhava para trás, como se quisesse gravar aquelas cena terrível
Pensando coisas obsoletas, afundando em um chão que já não era mais sólido
Desesperada por um consolo dos céus, sentindo o ódio ferver, tomada pela desilusão infernal
Sozinha, isolada no canto de um quarto escuro, amor pré-julgado, sem sentido e agora...terminado
Relembrando o impossível, os momentos de tristeza e choro descontrolado
Mas resguardando as lágrimas, para um momento esquecido
Corroendo os risos de uma menina boa e alegre
Transformando em angústia, amargura e uma leve tontura o sentimento de ser mais forte
Prometendo sempre a mesma coisa a si, sabendo que jamais cumprirá sem sofrer
Criando poesias intermináveis de uma mente confusa e insana
Gritando o mais alto possível no mais absoluto silêncio
''Sempre amar e esperar'', anos se passando
Concertos incompletos nas pontadas na cabeça e no coração
Incompreendida na loucura, afundando nas suas lágrimas.

é isso :D
(não tem rimas, nem é divido em estrofes de como costume, é mais uma história contada em versos)

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